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Cinco dias, oito atividades acadêmicas com 510 vagas e várias apresentações musicais. Este é formato da 3ª edição do Festival Amazonas de Música. Durante os dias do evento as atenções serão voltadas para o palco do Teatro Amazonas, que receberá 29 cantores defendendo sua música. Mas como já de costume em todos os Festivais, realizados pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura, a programação acadêmica acontece voltada para o segmento artístico em evidência.

Desta vez, serão realizados workshops de “Guitarra com faísca”, oficinas sobre: “Vivência do cantor popular brasileiro”, painéis de discussões sobre os “Novos Rumos do Direito Autoral”, “Produto Artístico e o Mercado Atual”, além de um workshop com o baixista Artur Maia e Di Stéffano, entre outros temas. Todos os palestrantes foram convidados pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com o Fórum Permanente da Música.

Os interessados em participar devem procurar a Sede do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, localizada na Av. Pedro Teixeira n°2565, Flores (Sambódromo/ Bloco F), de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h, ou pelo telefone: 3232-2440/3232-2488.  

Programação Acadêmica

 

26.09.12 (QUARTA-FEIRA)

 

OFICINA: Vivência no Canto Popular Brasileiro

QUEM: Cida Airam (cantora e professora)

LOCAL: Centro Cultural Palácio da Justiça

HORA: 14h as 17h

(60 vagas)

 

27.09.12 (QUINTA-FEIRA)

 

OFICINA: Vivência no Canto Popular Brasileiro

QUEM: Cida Airam (cantora e professora)

LOCAL: Centro Cultural Palácio da Justiça

HORA: 14h as 17h

(60 vagas)

 

PAINEL: Os Novos Rumos do Direito Autoral

QUEM: com Alexandre Negreiros

LOCAL: Museu Casa Eduardo Ribeiro

HORA: 15h as 17h

(40 vagas)

 

28.09.12 (SEXTA-FEIRA)

 

OFICINA: Vivência no Canto Popular Brasileiro

QUEM: Cida Airam (cantora e professora)

LOCAL: Centro Cultural Palácio da Justiça

HORA: 14h as 17h

(60 vagas)

 

WORKSHOP: de Guitarra

QUEM: Jose Eduardo Borges, o Faisca

LOCAL: Centro de Convivência do Idoso da Aparecida

HORA; 14h às 17h

(165 vagas)

 

29.09.12 (SÁBADO)

 

WORKSHOW: com o contrabaixista

QUEM: Arthur Maia

LOCAL: Centro de Convivência do Idoso da Aparecida

HORA: 14h às 17h

(165 vagas)

 

30.09.12 (DOMINGO)

 

PAINEL: Produtos artísticos e o mercado atual

QUEM: Eduardo Bid

LOCAL: Museu Casa Eduardo Ribeiro

HORA: 16h às 18h

(40 vagas)

 

WORKSHOP: bateria

QUEM: Di Stéffano

LOCAL: SESC (Henrique Martins)

HORA: 15h às 17h

(40 vagas)

 

CONHEÇA OS OFICINEIROS

ALEXANDRE NEGREIROS

Tem 47, é mestre em Musicologia e doutorando em Políticas Públicas, Estratégia e Desenvolvimento, programa multidisciplinar do Instituto de Economia da UFRJ, onde pesquisa a gestão coletiva de direitos autorais e de direitos conexos, ECAD e legislação autoral. Possui ainda graduação em Ciências Sociais e Extensão em Direito do Entretenimento pelo IBMEC/RJ. Foi professor do Curso de Produção Fonográfica da Universidade Estácio de Sá e do Depto. de Composição da Escola de Música da UFRJ. Hoje, leciona na pós-graduação em Mídias Digitais e Interativas do SENAC-Rio. Desde 2009, é diretor do trabalho do Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, e desde 2010 atua como parecerista da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

ARTHUR MAIA

Iniciou a carreira tocando bateria, até ganhar um baixo elétrico, aos dezessete anos. É sobrinho do baixista Luizão Maia, com quem aprendeu as primeiras técnicas no baixo, e de quem herdou a peculiar sensibilidade que desenvolveu neste instrumento, antes conhecido por sua limitação, mas que teve a partir de Arthur uma nova releitura, passando a ser usado por ele como instrumento não apenas de acompanhamento, mas também de belíssimos solos. Arthur Maia iniciou também uma nova reaplicação do baixo fretless (sem trastes), que o torna freqüentemente solicitado por artistas brasileiros e estrangeiros. Já acompanhou artistas ao vivo como Ivan Lins, Luiz Melodia, Márcio Montarroyos, Lulu Santos, Jorge Benjor, Gal Costa, Djavan, Gilberto Gil e Ney Matogrosso, além de gravar com Ana Carolina, Caetano Veloso, Djavan, Fernanda Fróes, George Benson, Gilberto Gil, Juarez Moreira, Marisa Monte, Mart´nália, Roberto Carlos, Seu Jorge, Toninho Horta e outros grandes nomes da música brasileira e internacional.

CIDA AIRAM

Cida Airam nasceu em Natal- RN, mas atua na capital paranaense desde 2005. É acadêmica de licenciatura na Faculdade de Artes do Paraná (FAP), atua no grupo Vocal Brasileirão, dá aulas de canto popular e ainda divulga seu trabalho como intérprete de músicas brasileiras em composições autorais e releituras de vários gêneros Brasileiros: samba, bossa nova, baião, xote, coco de roda, etc…

De 2005 a 2010 foi eleita a melhor intérprete no FESTCAR, em Araucária. Vários compositores Curitibanos fazem parte de seu repertório, entre eles Felix Bravo, Carlito Birolli, João Francisco Paes, Luis Felipe Leprevost, Cláudio Menandro, Claudio Peba e Léo Fé. A poesia urbana e a melodia bem trabalhada são qualidades apontadas pela intérprete às composições curitibanas.

DI STÉFFANO

Nascido em Natal (RN), aos nove anos iniciou seu interesse pela música. Aos dez anos fez suas primeiras apresentações em colégios, gincanas e palcos. Começou seus estudos de teoria e percepção musical com o pianista Eduardo Taufic e fez cursos livres com os renomados Paschoal Meirelles, Kiko Freitas, Gledson Meira e Robertinho Silva. Paralelamente, seguiu seus estudos como autodidata; utilizando de métodos de teoria, técnicas de leitura e independência, como também, pela audição de diversos estilos musicais de grandes mestres da bateria. Baterista do Nordeste, com uma larga atuação no mercado brasileiro, Di Stéffano já trabalhou com grandes nomes da música popular brasileira. Morando no Rio de janeiro a alguns anos, sua atuação vem crescendo a cada dia, participando efetivamente da cena da musica instrumental brasileira.

EDUARDO BID

É multi-instrumentista, compositor, DJ, arranjador e produtor musical BiD. Notavelmente discreto, BiD registra sua marca, desde 1985, em discos, trilhas para filmes, TV e desfiles de moda, além de suas bandas e projetos que, contrariando seu perfil reservado, são reconhecidos internacionalmente.

BiD morou em Los Angeles, onde passou seis anos, tocou em diferentes bandas e trabalhou dois anos na gravadora Capitol Records. Nas horas vagas, iniciava suas pesquisas musicais e ampliava sua coleção de discos de vinyl.

Mais lembrado pela produção musical de Afrociberdelia (disco de ouro de Chico Science & Nação Zumbi), BiD gravou e produziu vários remixes e discos brasileiros e internacionais de artistas como: Tribalistas, Jorge Benjor, Planet Hemp, Otto, Fernanda Abreu, Mundo Livre S/A, Eddie, Mariana Aydar, Chico César, D2.  Também gravou quatro álbuns de bandas próprias lançadas por gravadoras majors.

Na área de cinema, compôs e produziu trilhas cinematográficas como “Primeiro Dia”, de Walter Salles Jr. e Daniela Thomas, além de “Chega de Saudade”, da premiada diretora Laís Bodanzky (“Bicho de Sete Cabeças”), pelo qual recebeu duas estatuetas: O Prêmio Contigo de Cinema e o Prêmio Fiesp/Sesi do Cinema Paulista. Depois vieram “As Melhores Coisas do Mundo”, também da diretora Laís Bodanzky e também premiado. Na sequência fez a trilha original e direção musical para dois longas: O também premiado “Estamos Juntos”, do diretor Toni Venturi e “Boca do Lixo”, primeiro longa do diretor de documentários Flávio Frederico, inspirado na vida de Hiroíto, o rei da Boca do lixo, e com lançamento previsto para agosto de 2012, onde BiD levou melhor Trilha original no mais recente Festival de Cinema de Recife.

FAISKA – Biografia

José Eduardo Fernandes Borges (Faiska), aos 13 anos, já tocava em festivais de bairro em São Paulo e acompanhando uma colega de classe que imitava a cantora Wanderléa, José Eduardo já estava no caminho, sem volta, para a música. Para ser Faiska. Aos 17 anos, com ajuda do amigo e baterista Franklin Paolilo (ex-Tutti Frutti e Raul Seixas), entrou para a banda de Eduardo Araújo e Silvinha, de onde só saiu para tocar com o Zappa, uma das mais importantes bandas cover dos anos 70, onde encontrou o até hoje grande amigo e guitarrista Álvaro Gonçalves. Faiska ficou no Zappa até 1979, fazendo paralelamente suas primeiras gravações com outros músicos. Os anos 80 serviram para solidificar a carreira de Faiska. Entre os grandes momentos está a bem sucedida participação no Festival dos Festivais, da TV Globo, em 1985, com o Zona Sul -formada também por Rubinho Ribeiro (voz), Álvaro Gonçalves (guitarra), Celso Pixinga (baixo) e Carlinhos Bala (bateria). Com o fim da banda, Faiska passou a acompanhar artistas de diversos estilos, o que o ajudou a tornar-se um dos mais completos guitarristas do país. A lista, hoje, é grande. E inclui, entre outros, Fabio Jr., Fagner, Os Incríveis, Leandro & Leonardo, Ná Ozzeti, Ney Matogrosso, Rita Lee, Wanessa Camargo, Jovem Guarda, Casa das Máquinas, o baterista Carmine Appice, entre outros.

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