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Na reta final de produção para o início do XV Festival Amazonas Ópera, artistas, técnicos, cenógrafos, figurinistas, produtores e diretores trabalham em ritmo acelerado para que tudo saia perfeito na próxima terça-feira (26), quando o Teatro Amazonas abre suas portas para a estreia do maior evento erudito da América Latina. O XV FAO é uma realização do Governo do Amazonas, através da Secretaria de Estado de Cultura, com patrocínio máster do Banco Bradesco.
Enquanto os amantes da ópera aguardam ansiosos, em clima de contagem regressiva dos próximos cinco dias que seguem para o início do FAO, chegou a hora dos profissionais envolvidos nesta edição mostrar, nos ensaios gerais, o resultado do trabalho realizado nos últimos dias e também acertar os detalhes das óperas que estreiam próxima semana. No sábado (23), às 19h, acontece a geral de “Suor Angelica”, de Giacomo de Puccini (1858 – 1924), e na segunda-feira (25), também às 19h, será o ensaio geral de “Diálogo das Carmelitas”, de Francis Poulenc (1899 – 1963).
“Para que as óperas do Festival sejam executadas com maestria, todos nós, da Central Técnica de Produção, estamos envolvidos neste trabalho, seja produzindo cenários ou confeccionando figurinos. Um trabalho de equipe que todos sentem prazer em fazer, pois há um carinho especial pelo Festival, adquirido ao longo de todos esses anos”, comenta o Marcos Apolo, diretor técnico do FAO.
Na ópera de abertura, “Suor Angelica”, sobem ao palco do Teatro Amazonas mais de 200 artistas, encarregados de emocionar o público com a história da jovem Angélica que teve um filho ainda solteira. Como punição, sua família a envia para um convento para, assim, esconder o seu erro de toda a sociedade.
Embora indo contra sua vontade ao convento e sentindo o desejo ardente de rever seu filho, Angelica consegue se adaptar a vida em clausura e ainda cuida com carinho das demais freiras. Tudo estava relativamente bem, até a chegada da Tia Princesa – mulher sinistra com energia negativa e olhar seco.  Já a segunda ópera da programação, “Diálogo das Carmelitas”, apresenta a história de um grupo de freiras que são perseguidas e proibidas de exerce o cristianismo durante a Revolução Francesa. Esta ópera é considerada a maior ópera composta por Francis Poulenc. Participam dessa montagem, aproximadamente, 160 artistas, além de 110 profissionais da equipe técnica

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